TÁXI

Pinio Cesar Giannasi (Um conto em bandeira 2, devido ao avançado da hora)   Madrugada.   Choveu quase a noite toda, e agora que trens e ônibus não circulam, resta-nos recolher os incautos que, sob os mais ridículos argumentos, acenam e se safam de pernoitar no trabalho.   Cuidado com desajustados sociais, noctívagos que vagueiam por aí neste horário, olho clínico para não ser surpreendido. Mas, hoje é quarta-feira, espero que meus habituais clientes já estejam prontos.   Sempre estão.

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Defronte ao Mar de Iparana

Helder Felix Fortaleza – CE Deitado em uma rede, defronte ao mar de Iparana, rememoro em flashes recortados a imagem que vi em uma sexta-feira qualquer. Estava eu dentro de uma sardinha de aço, ferro e plástico que comumente chamamos de automóvel quando de repente me deparei, após parar o carro em um semáforo para pedestres, com um grupo de homens, principalmente velhinhos, dispostos em círculo irregular no canteiro central de uma das principais avenidas de nossa terra alencarina.

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