O Velho Sábio e Econômico

 

 

 

(São Lourenço – MG)

Geralmente o brasileiro não é muito econômico, muitas vezes gastam o que não tem, costuma-se dizer por exemplo:

—Aquele indivíduo se ganhar mil, ou bem mais vai gastar do mesmo jeito, pode perceber que sempre está quebrado. Se for chamar a atenção desses gastadores algumas respostas são taxativas:

— “Mais vale um gosto do que um tostão no bolso”

Então tem aquela história:

Senhor Joaquim, um estrangeiro que veio para o nosso Brasil, estava nas últimas, nas derradeiras horas mesmo, aquelas que torcemos para que tenha vida do outro lado.

Mesmo que ao acordarmos ver aquele homem barbudo se denominando o São Pedro.

O nosso velho Joaquim tinha fama de ser muito econômico, economia exagerada para os nossos padrões brasileiros. E olha que o velhinho tinha feito fortuna aqui. Na sua loja, coisas e mais coisas, tornou-se um empresário bem sucedido. Os filhos usufruíam até muito bem a fortuna acumulada.

Só que a hora fatídica estava chegando, ela a morte estava na espreita pra levar o velho. Bem na horinha!… Duas velas foram colocadas acesas do lado. (velho costume de colocar velas acesas em quem está morrendo) De repente o moribundo chamou um dos filhos e disse:

— fulano, pra que isso?

— pra que isso o que, pai? (responde até mesmo chorando o filho)

E o velho responde até mesmo bravo:

— apague uma velaaa… deixe só uma acesa!!!…

PELO AMOR DE DEUS, MINHA GENTE, SE HOUVER ALGUMA SEMELHANÇA COM O RELATO É MERA COINCIDÊNCIA…

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